Agenda
Email:
institutobrasilimperial@gmal.com
4 de março de 2025, terça-feira e Carnaval - São Paulo - Encontro com Amigos do IBI
8 de março de 2024, sábado, 20h, Brasil Imperial no Prêmio Destaque e
Comunicação. Churrascaria Fogo de Chão - Vila Olímpia São Paulo.
Adesão através do monarquia21@gmail.com
Na ocasião será entregue o diploma Democracia Coroada, medalhas e entregue de
distintivos.
A Diretoria Executiva do Instituto Brasil Imperial apresenta a arte para o seu
Jubileu de Pérola (30 Anos de fundação), em selo e medalhão, disponíveis aos
sócios beneméritos e sócios efetivos. Os demais interessados poderão adquirir
nos eventos do IBI ou por encomenda.
O medalhao com 8cm de diâmetro e na versão bronze envelhecido, vai
acondicionada em estojo personalizado, certificado de registro.
Para ser informado sobre a medalha e eventos, faça o seu cadastro.
O Instituto Brasil Imperial é uma das poucas associações comprometidas com o
estado de direito e defensora da democracia coroada, com o parlamentarismo
monárquico e constitucional. Independente, suprapartidário, com objetivo
social de caráter cívico-cultural e sem fins lucrativos.
Participe! Faça o seu cadastro, link no final do website.
Arte do selo e medalha
Jubileu de Pérola do
Instituto Brasil Imperial
- O IBI é totalmente independente de qualquer casa real ou movimento monárquico,
limitando-se a divulgar informes da Casa Imperial e Pró Monarquia. Atividades e outros
com a presença de Príncipes é no âmbito pessoal de nossos diretores e sócios.
Faleceu
S. A. I. R. o Príncipe Imperial
D. Antônio João de Orleans e Bragança
Publicada pela Pró Monarquia em 8 de novembro de 2024:
NOTA DE FALECIMENTO: S.A.I.R. DOM ANTONIO DE ORLEANS E BRAGANÇA,
PRÍNCIPE IMPERIAL DO BRASIL (1950-2024)
Cumprimos o doloroso dever de comunicar o falecimento de Sua Alteza
Imperial e Real o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Antonio de Orleans e
Bragança, que, hoje, dia 8 de novembro de 2024, no Rio de Janeiro, aos 74 anos
de idade, confortado com os Sacramentos da Santa Igreja, Deus Nosso Senhor
teve por bem chamar a Si.
O falecido deixa esposa, a Princesa Imperial Viúva do Brasil, Dona Christine de
Ligne de Orleans e Bragança; filhos, o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Rafael
de Orleans e Bragança, e as Princesas Dona Maria Gabriela e Dona Amélia de
Orleans e Bragança; genro, James Spearman; e netos, Joaquim e Nicholas
Spearman.
Profundamente consternado, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança,
Chefe da Casa Imperial do Brasil, a todos encarece orações em sufrágio da alma
de seu dileto e sempre leal irmão.
Informações sobre as exéquias serão disponibilizadas oportunamente.
Pró Monarquia / Secretariado da Casa Imperial do Brasil
Rua Itápolis, 873 – Pacaembu
01245-000 São Paulo – SP
(11) 2361-3214
O Instituto Brasil Imperial*, em luto, pede aos amigos que encaminhe
condolências através da Pró Monarquia.
- O IBI é totalmente independente de qualquer casa real ou movimento monárquico,
limitando-se a divulgar informes da Casa Imperial e Pró Monarquia. Atividades e outros
com a presença de Príncipes é no âmbito pessoal de nossos diretores e sócios.
O Instituto Brasil Imperial foi estabelecido em 1995 por um grupo de
monarquistas comprometidos com a visão de um Brasil monárquico e
parlamentarista, alinhado com os princípios democráticos e modernos que
caracterizaram o Brasil Império. Desde os tempos de D. João VI, que introduziu a
vacinação contra a varíola de forma pública (na época aplicada através de um
corte na pele e combatida por muitos), ou da criação dos cursos jurídicos por D.
Pedro I, nossos líderes históricos promoveram ideais liberais e racionais que
moldaram o Império.
O Império, que reconhecia a Igreja Católica Romana como oficial, mantinha uma
postura de respeito pela diversidade religiosa. Enquanto outros países adotavam
políticas de extermínio cultural, o Brasil imperial preservava a diversidade cultural,
étnica e religiosa, resultando influências africanas e indígenas em nossa culinária,
nomes, localidades e costumes.
A campanha do Plebiscito de 1993 destacou o potencial desperdiçado do Brasil
e a importância de adaptar-se aos desafios do século XXI. Há pouco menos de
trinta anos a economia do Brasil era maior que ao Tigres Asiáticos juntos e a nossa
agência espacial era mais avançada que as da Índia e China. No entanto,
permanecemos estagnados, enquanto outros avançaram.
Acreditamos que somente um imperador constitucional em um sistema
parlamentarista pode garantir a unidade, continuidade e estabilidade
necessárias para que o Brasil alcance seu verdadeiro potencial, refletindo a
diversidade de seu povo e território.
Carl Sagan, em "O Mundo Assombrado pelos Demônios", alertou para os perigos
da ignorância e do messianismo em uma sociedade tecnologicamente avançada,
desafios que enfrentamos atualmente. É fundamental desmistificar a visão
messiânica e populista associada à monarquia no Brasil, adaptando-a aos valores
do século XXI.
Além disso, é crucial desafiar os mitos republicanos e seus demagogos que
distorcem a visão da monarquia e subvertem as tradições culturais e políticas do
país. Em sua nova fase, o IBI levanta as bandeiras da:
- Democracia coroada
- Liberdade de expressão
- Liberalismo com responsabilidade social
- Ciência e vacinação
- Integração global
IBI revive ideais de fundação
Hoje, a forma de monarquia que prevalece é a monarquia constitucional e parlamentarista, caracterizada por uma chefia de governo suprapartidária. A monarquia, em sua variada natureza, permite a coexistência de sistemas de governo liberais ou socialistas, conservadores ou progressistas, com estados de grande ou pequeno porte. No entanto, em todos esses sistemas, a monarquia mantém a unidade, estabilidade e continuidade da Nação.
O Japão é um exemplo notável de integração global, preservando as tradições de sua monarquia milenar e, ao mesmo tempo, adaptando-se às demandas da atualidade. Sendo uma das nações mais prósperas do mundo, o Japão equilibra a cerimônia de coroação imperial, rica em tradições nipônicas, com a vestimenta mais contemporânea utilizada pelos membros da Corte Imperial em seus contatos internacionais, que incluem casacas, gravatas e vestidos longos. Além disso, suas ordens honoríficas seguem um modelo estabelecido na Idade Contemporânea, embora ainda façam uso dos tradicionais selos (carimbos) e peças de porcelana, pedras e outros itens tradicionais.
A história do Brasil Imperial é marcada por um ideal de império moderno, liberal e progressista. Os imperadores brasileiros, nossos símbolos nacionais e ordens honoríficas refletem influências europeias, particularmente a influência da Missão Francesa, que contribuiu para um rico intercâmbio cultural e científico que ainda serve de referência para muitos países distantes.
Contudo, a narrativa sobre o Brasil Imperial sofreu alterações substanciais, principalmente após o período da Velha República, que trouxe consigo uma fase obscura e, por vezes, caricata na história. O impacto dessa nova narrativa foi tão profundo que, até os dias de hoje, persistem mitos que foram erroneamente associados a outras monarquias. Muitos acreditam equivocadamente que a monarquia está relacionada a um passado distante, a uma moral puritana e a um temor irracional de fantasmas, sem espaço para a tecnologia em uma sociedade fechada. No entanto, podemos afirmar categoricamente que, ao contrário dessas concepções equivocadas, a monarquia é um sistema que se adapta e evolui com os tempos. Graças à disseminação da Internet, a maioria das pessoas agora tem a oportunidade de desconstruir essas narrativas e mitos sem sequer precisar visitar os países em questão.
O Instituto Brasil Imperial, conforme seu objetivo social, se dedica a promover, estudar e relembrar o período do Brasil Imperial, buscando contextualizá-lo com o presente e o futuro.
Jean Tamazato
Presidente do IBI
A Monarquia no Mundo Atual
Gazeta Imperial
A Gazeta Imperial, publicação do IBI com mais de 280 edições, esta formando o Conselho de Imprensa.
Façao seu cadastro no IBI e seja informado das próximas edições.
O Conselho de Imprensa do IBI esta em formação.
www.brasilimperial.org.br/imprensa
Manifesto à Nação
Durante um século os monarquistas brasileiros suportaram o silêncio que lhes foi
imposto pela antidemocrática cláusula pétrea. Foi a mais longa cassação de direitos de que se tem
notícia na história dos povos. Apesar dos 100 anos de esquecimento e de marginalização, e da
desigualdade de condições que chegou ao ponto de reduzirem abusivamente o prazo para o
esclarecimento do eleitorado, mesmo assim a Monarquia recebeu cerca de 7 milhões de votos no
plebiscito de 1993.
Queremos um regime político e um sistema de governo limpos, enxutos e sinceros.
Predominância do voto distrital, para que os parlamentares possam ser verdadeiramente escolhidos
de forma direta, sem prevalência do poder econômico e dispensados pelos eleitores se deixarem de
representar exclusivamente os interesses da sociedade. Um governo sem prazo fixo, que possa ser
destituído pelo Parlamento. Um Parlamento de menor tamanho e maior prestígio, sujeito à dissolução
pelo Chefe de Estado se deixar de atuar pelos interesses globais do País, com convocação de novas
eleições.
Uma prática legislativa simples e sem artifícios regimentais. Uma chefia de Estado
permanente, imparcial, identificada com os sentimentos nacionais por injunções naturais, exercidas
por quem situado à parte da militância político-partidário, transmitida sem os sobressaltos, as
incógnitas, o aventureirismo, as retaliações e as divisões sociais impostas à nação pelas eleições
presidenciais.
A Monarquia é exatamente esse regime e esse sistema, transparentes, dignos, respeitados e
eficientes. O Rei não se preocupa com eleições, só com os interesses permanentes da sociedade.
Somente a Monarquia assegura a existência do éthos nacional, hoje destruído.
O regime republicano transforma a soberania popular numa falácia oficializada que
marginaliza os interesses nacionais e só beneficia os ocupantes do poder. Por isso, as 30 nações do
mundo pós-moderno que adotam regimes monárquico-constitucionais estão situadas pela ONU
entre as líderes em liberdades individuais, democracia social, credibilidade política, estabilidade
econômica, desenvolvimento cultural e qualidade de vida.
O BRASIL IMPERIAL, movimento que hoje lançamos, desvinculado de quaisquer outros
anteriormente existentes, abre suas portas a quantos queiram somar esforços para a tarefa de, sem
imediatismos, nem radicalismos, levar a todos os cidadãos a ideia de um regime histórico,
autenticamente brasileiro.
Publicado em 2 de dezembro de 1994 na Gazeta Mercantil
O Instituto Brasil Imperial é uma entidade cívico-cultural, sem fins lucrativos, suprapartidária, laica e formalizada conforme o Direito Civil. Tem como objetivo a divulgação do Brasil Imperial e o parlamentarismo monárquico através de atividades culturais e sociais, pesquisa e comemorativas.
Fundado em 1994 pelo saudoso General de Exército Pedro Braga de Araújo, ex-Comandante do Sudeste, o Brasil Imperial sempre defendeu o Estado Democrático de Direito, a liberdade de pensamento e imprensa, liberalismo e o civismo. Sem "sebastianismos", o Brasil Imperial destaca-se com entidade pluralista, reúne monarquistas e republicanos de diversos credos, nacionalidades, gêneros, etnias e nacionalidades. Seguimos o espírito imperial que forjou nossa Nação com imigrações, pluralidade religiosa, integração cultural e miscigenação.
Mantemos os ideais de D. Pedro I, Dom Pedro II, José Bonifácio e tantos outros nomes da nossa gloriosa História Nacional.
Importante: Após dois anos de inatividade foi realizada, em novembro de 2020, Assembleia Geral Extraordinária com os diretores e sócios ativos, que elegeu nova Diretoria e Estatuto Social. O Instituto deixou de ter núcleos ou filiais, possui apenas a direção nacional na cidade de São Paulo com sócios efetivos e, nas demais cidades, sócios correspondentes.
Presidente
O Presidente Executivo do Instituto é o Sr. Jean Tamazato, veterano do Plebiscito de 1993.
Paulista de Taubaté e S. J. dos Campos, residindo na Capital desde 2001, atua como micro-empresário e promotor de eventos.
Quem somos
Medalha do Bicentenário
A Medalha Brasil Imperial Bicentenário da Independência foi instituída pela Diretoria Executiva, conforme previsto Estatuto Social do Instituto Brasil Imperial (IBI). Inspirada na Imperial Ordem do Cruzeiro do Sul, a primeira condecoração do Brasil como nação independente, que por sua vez foi inspirada na Legião de Honra francesa.
A Medalha objetiva agraciar os que colaboraram com a manutenção do Instituto Brasil Imperial e suas atividades. A peça é confeccionada em liga metálica, resina e esmalte, com acabamento artesanal, 7x5 cm, acompanha diploma e estojo. Todos os agraciados são registrados em ata da solenidade no 3o Cartório de Registro e Títulos da cidade de São Paulo.
O Instituto Brasil Imperial foi fundado em 1995, reunindo membros do movimento monárquico e admiradores do Brasil Império, sendo uma associação cívica cultural. Independente, nunca recebeu recursos públicos, sendo mantido por contribuição social e doações particulares. O IBI não possui reconhecimento de nenhuma casa real ou príncipe.
IMPERIAL ORDEM DO CRUZEIRO DO SUL
O Imperador D. Pedro I criou a Ordem Imperial do Cruzeiro, em 1° de dezembro de 1822, para comemorar sua aclamação, sagração e coroação. Foi a primeira ordem do Brasil independente.
Inspirada na Legião de Honra, do então Império da França, sendo no anverso uma estrela branca de cinco pontas bifurcadas e maçanetadas, assentada sobre guirlanda de ramos, pendente de coroa imperial. Ao centro, medalhão redondo azul-celeste, com cruz latina formada por dezenove estrelas brancas, circundado por orla azul-ferrete com a legenda “BENEMERENTIUM PRAEMIUM”, já seu reverso era igual ao anverso, com alteração no medalhão para a efígie de D. Pedro I, e na legenda para “PETRUS I BRASILIAE IMPERATOR”. Sua fita e banda eram de cor azul-celeste.
Cadastro
Prezado(as),
O seu cadastro é muito importante, ao iniciar o preenchimento tenha presente o CEP correto.
O cadastro não significa associação ou compromisso.
Será direcionado ao Google Forms.
- Seguimos a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), Lei n° 13.709/2018, com opções no formulário de cadastro.
- Nossa entidade, fundada em 1994, é regularizada como associação cultural, sem fins lucrativos, suprapartidária, laica e civil.
- O IBI repudia envio de mensagens não solicitadas, piadas, curiosidades aleatórias e correntes de mensagens.