O Instituto Brasil Imperial foi fundado em 30 de novembro de 1994 em São Paulo, reunindo monarquistas de diferente grupos participantes do Plebiscito de 1993. É uma associação sem fins lucrativos e de caráter cívico cultural.  

Desde sua fundação edita o informativo Gazeta Imperial, ultrapassando 280 edições, com distribuição gratuita e dirigida.  Realiza diversos almoços e jantares monarquistas, apresentações culturais, solenidades cívicas e sociais.

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PRINCÍPIOS E PROPOSTAS

Endossamos às Propostas Básicas, do Pró Monarquia e aprovadas pelo Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança em 1992 e atualizadas em 2009. 

Temos como diretrizes:

Neutralidade e estado laico, não se envolver com assuntos de ordem religiosa, moral ou vida pessoal, sendo tais assuntos de competência de outros grupos

Parlamentarismo é a bandeira de união, inclusive com republicanos, para um trabalho dentro da legalidade e do atual ordenamento jurídico e político.

Patriota mas não nacionalista,  entendemos que o processo de globalização é uma realidade presente e inevitável. Foi durante o II Reinado que tiveram início as grandes imigrações,  reunindo diversos povos e formando a nossa Nação: língua portuguesa, dinastia, território, moeda nacional e soberania do estado.

Democracia – Entre todos os modelos já experimentados na História, a democracia é o que melhor garante a representatividade dos interesses. A democracia preserva as liberdades individuais, estabelece um limite para o poder das autoridades e evita o surgimento de regimes totalitários.  Hoje a grande maioria das Monarquias são exemplos de democracia. 

Os direitos e liberdades individuais devem estar sempre acima do interesse da coletividade. O cidadão deve ter liberdade para fazer as escolhas que desejar, no campo político-ideológico, religioso, econômico etc., sempre considerando os limites estabelecidos pelas leis.

Economia de Mercado – A interferência demasiada do Estado na economia burocratiza a livre-iniciativa e freia a capacidade do cidadão de gerar riqueza por conta própria. Com uma Economia de Mercado, o indivíduo fica livre para empreender em proveito próprio, o que acaba beneficiando toda sociedade.

Estado de Direito – Nenhum indivíduo, seja ele o chefe da nação ou o cidadão comum, está acima da lei. O Governo deve exercer sua autoridade por meio dela, e não a partir das vontades pessoais de um governante ou de um partido. Ao mesmo tempo, o Estado deve estar sujeito às estas mesmas leis.

Defesa da propriedade privada – O cidadão deve ter garantido seu direito à propriedade privada, em reconhecimento àquilo que conquistou através de seu trabalho e esforço pessoal. Qualquer tentativa de espoliação do bem privado, através de medidas autoritárias do Estado, de qualquer instituição, grupo ou iniciativa individual, deve ser veementemente condenada.

Ética – Tanto a sociedade civil, quanto o Estado, deve nortear suas ações através de princípios éticos. O conhecimento envolvido em determinada atividade ou os resultados obtidos através dela, melhores que eles sejam, não valem nada se não estiverem escoradas em reflexões éticas e morais.

Meritocracia – O mérito de um cidadão deve ser o principal critério para determinar a posição que ele ocupa na sociedade. Quando o Estado segue este critério para compor seu corpo de funcionários, ele impede que aconteçam nomeações injustas e privilegiadas, e evita que a máquina pública funcione sem critérios rígidos de metas e competência.

Transparência – O Estado tem o dever de disponibilizar à sociedade civil e à imprensa os meios para que se acompanhe sua atuação, no que se refere à gerência de gastos públicos, combate à corrupção, avaliação dos resultados do Governo e do respeito permanente às leis as quais estão submetido.

Eficiência – Não há motivo nenhum que justifique que instituições públicas e seu corpo de funcionários sejam ineficientes, morosos ou ineptos. Se no setor privado, o indivíduo é cobrado por sua capacidade de produzir e cumprir metas, toda a estrutura do Estado deve funcionar da mesma forma.


Diretoria Executiva

Presidente:  Jean Tamazato
Diretor Administrativo: Paulo Freitas
Diretor Financeiro: José Reis
Conselho Fiscal:  Carlos de Farias

Conselho Consultivo
Presidente: Gastão Reis
Conselheiros: Luis Severiano Rodrigues, José Reis, Fábio Casagrande



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