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"Que País é este?", um artigo de Theófilo Vandeley

Publicado em: 03/06/2013

Theófilo Vandeley

O Brasil republicano tem uma característica a que os brasileiros se acostumaram sem perceber, que é o fato de não existir situação ruim que não possa piorar, e assim é. Basta vermos a escalada da violência, como nunca antes na história desse país, sob o próspero “governo dos trabalhadores que acabou com a miséria, mas esqueceu de acabar com os subprodutos dela”, ou será que alguém não está dizendo a verdade?

A verdade é que nessa república “democrática” e que foi um “avanço” segundo uns poucos demagogos, a VIDA NÃO VALE NADA, basta o exemplo de uma dentista morrer após ser queimada viva, apenas por não ter dinheiro suficiente para os ladrões levarem, certamente ficaram insatisfeitos pois, o seu “trabalho” não estava sendo reconhecido pela dentista. A um menor de idade foi atribuída a responsabilidade pelo crime. O quê veio a se somar a vários outros crimes de menores infratores, que não hesitam em matar covardemente pessoas inocentes, para roubar objetos tais como relógios, telefones celulares, etc., mesmo que a vítima não reaja. Frente a tais descalabros a sociedade clama por atitudes consistentes para se reverter tal situação, entre eles a redução da idade mínima de responsabilização criminal para 16 anos, e a alteração do Estatuto do Menor para se ampliar o tempo de internação dos menores infratores para no mínimo oito anos, ao invés dos risíveis três anos.  Mas essas exigências da sociedade não têm surtido efeito, onde o governo já se pronunciou contrário a tais alterações. 

Frente a isso, só podemos crer que os membros do governo acham que esses jovens infratores são indivíduos desprovidos de capacidade de discernimento quanto a gravidade de tais atos e, portanto inimputáveis, como no caso recente no Rio de Janeiro, onde um menor de 17 anos assaltou um ônibus e os passageiros, pois precisava de dinheiro para a sua festa de aniversário, e de quebra estuprou uma das passageiras. Pela ótica das “autoridades” ele certamente fez por que nunca explicaram para ele que não se deve roubar nada dos outros e muito menos violar o corpo de seres mais fracos, ou de qualquer outro ser, e que no fundo ele é apenas um carente buscando sanar suas carências. Mas nós monarquistas achamos que essa lógica estúpida do republicanismo brasileiro tem de acabar, e a Revolução Imperial entre outras coisas reduzirá a minoridade penal para 16 anos, e consultará o povo por meio de plebiscito sobre o retorno da pena de morte nos casos dos crimes dolosos contra a vida (revogando-se a curiosa cláusula pétrea que proibiu a pena de morte num país com mais de 50.000 homicídios por ano. 

Uma vez que o crime contra a vida tem implicações diversas, que se estendem por toda uma família e implica o sofrimento de mães, pais, filhos, esposas, maridos, que por uma covardia perderam um ente querido, e o país, pessoas dignas e honestas vítimas de gente que não vale nada e que quer ganhar fácil à custa do trabalho de gente digna, e isso não se pode tolerar. Só se punirá com a pena capital, por enforcamento, os crimes resolvidos cientificamente, onde não houver dúvidas, caso contrário a pena será de prisão perpétua. Outras muitas alterações no campo penal irão  alterar essa farra que existe hoje, com meliantes sendo favorecidos com facilidades de redução de penas, ou seja, a prisão não visa punir o criminoso, ao mesmo tempo que o Estado reconhece que o sistema penal não recupera ninguém, ou seja, quando o certo seria não facilitar a saída do preso já que se tem certeza que ele não foi recuperado, o Estado facilita exatamente o contrário. As penas rígidas para qualquer crime, além de punir terão de servir de exemplo para aqueles que pensarem em viver a margem da lei, para saberem o que esperar quando forem presos, e o muito que terão de lamentar por muito tempo. Só assim o Brasil não mais será o país onde o crime compensa, e essa leniência por parte das autoridades executivas e legislativas com o crime certamente é legislar em causa própria, por razões óbvias.

O Autor luta a vida toda contra uma fraude chamada república brasileira.



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